domingo, novembro 28, 2010
Alguém disse um dia...
Não sei quem escreveu isto mas, quem o fez, é um comum mortal como qualquer pessoa neste mundo; conseguiu usar as palavras da melhor maneira!
quarta-feira, novembro 24, 2010
Outro mundo, 1x por semana
e levantas ou nunca deixaste de estar a cair...segunda-feira, novembro 08, 2010
A esperança pode ser bem traiçoeira. Saber exactamente aquilo que se pode (ou não se pode) ou deve esperar pode inibir a nossa centração no aqui e no agora mas também pode fazer com que o saibamos aproveitar com outra motivação.
Por vezes é preciso negar a realidade que se avizinha mas outras é necessário levá-la ao peito como sinal de vida!
Aceitar a realidade é sempre o que nos cabe fazer, mesmo que esta não seja lógica, mesmo que demore tempo...
E andamos sempre desencontrados com as esperanças ( nossas, dos outros e as reais)... mas em esperança constante...
quarta-feira, novembro 03, 2010
E assim...

sábado, outubro 30, 2010
Código de "um dia"
O tempo stá a voar a uma velocidade estonteante!
Perdi-me no tempo que ficou para trás e fui adiando escrever qualquer coisa por cá... demasiado tempo. Usei o "um dia" ou "outro dia" escrevo e... esse dia nunca chegou realmente. Ouvia-se num filme dizer "um dia" é o código para "nunca"... curiosamente pode aplicar-se a tantas outras situações da vida que me rasgou um sorriso.
Olhar para trás e encontrar neste silêncio de muito tempo tantos momentos por contar e aventuras decisivas. Resta regressar e tentar comprometer-me com aquilo que as palavras conseguem e podem dizer e trazer... sinceridade e história/sentimento!
Aguarda-se pela capacidade de entender e fazer de todos os "um dia" tornarem-se "no dia" e momento exacto para se escrever e cuidar do cantinho guardado e já com uns aninhos simpáticos :) Uma criança a crescer com "pais separados" pela distância mas unidos no mesmo sentido. E sabes que mais, querida companheira?! Quem sabe não voltarei a escrever sobre aquele país que nos conseguiu fazer "criar laços" e "atar nós" com um sorriso imenso e uma "sodade" daquelas "gentis" com o brilho no olhar...
Aguarda-se as novidades dos dias que passam até chegar...:) o dia!
Um dia volto a dedicar-me ao nosso blog: hoje é e foi o primeiro dia ;) com mais 1h que todos os outros deste ano =)
domingo, setembro 05, 2010
Opção: Escolher!
"Quando me escolheste, avisaste logo que não tinhas escolha. Já tinhas escolhido, e escolheste ser fiel a essa escolha. Mas para seres fiel à tua escolha tinhas de te pôr naquela situação angustiante de não ter escolha."
Pedro Mexia
quarta-feira, setembro 01, 2010

O novo álbum dos King of Convenience chama-se " Declaration Of Dependence".
Às vezes acho mesmo que somos dependentes de tantas coisas mas não conseguimos declará-lo explicitamente.
Como se houvesse uma necessidade sórdida de classificarmos dependência como antónimo perfeito de liberdade.
Mas não é nada disso!
Há uma liberdade imensa na consciência das nossas dependências.
terça-feira, agosto 17, 2010
Era uma vez...Walkabout
http://www.youtube.com/watch?v=P2K7D-uMH2g&feature=related
Se me arrependo?! Agora, não!
O arrependimento ficou perdido por entre tantos outros sentimentos e esmoreceu com o passar dos dias. Conquistaram-me as horas, o serviço, o dar mais, ser capaz, estar para os outros... que se lixe o cansaço, as férias, os sonhos de parar um pouco... saí vitoriosa e tão melhor, tão mais rica e preenchida de tudo perante o "nada" que toda a gente vê.
Como é possível ser derrotada em 2 dias pelo orgulho de estar ali, com pessoas tão diferents mas tão capazes de me surpreender e tornar os dias e as noites em momentos únicos e especiais?
Como é que "caminhar, sem destino concreto", me abriu caminhos claramente certos e importantes?
Como é que, rostos desconhecidos se tornam, em menos de anda, no quadro dos meus dias, na minha casa e, muitas vezes, abrigo?
Como é que me conquistas com uma conversa apenas? Ou como raio a tua sinceridade toca no que não me sai pela boca e guardo cá dentro?
Porque me desafiaste assim e caminhaste comigo?
Porque que é que o silêncio não me amedrontou a alma e, simplesmente, me encheu o espírito?
Como é que os olhares falavam tão alto e claramente comigo?
Como é que 10 dias me invadem todos os outros de uma forma tão presente e especial? Como é que 53 pessoas fazem a diferença?
...
A passagem de ano chegou mais cedo e mais específica e melhor definida como "A passagem de ano". Aquela em que pensamos melhor no que queremos, nos nossos sonhos e desejos, em que saímos prontos a desafios maiores, a propósitos frescos. Foi isso mesmo, o virar da página, o desafiar novas coisas, desafiar novos medos, confiar em novos sonhos...
Palavras, olhares, sorrisos, lágrimas, cânticos, Deus, o som dos riachos, o rasgar da manhã ao som do apito, a dificuldade em abrir bem os olhos, as panelas gigantes, o calor insuportável, as dores do cansaço e do esforço, os militares, os sketchs, a população, os jogos, a novela, as refeições, mochilas e sacos cama, o castelo, as orações, os banhos, os BDS, as poucas mas boas sornas, oas miminhos, as palavras por dizer, as fotos, o comboio, as guitarras, a roda, o hino, o boa-noite, as estrelas, as sombras, os participantes, as lanternas, as conversas, os abraços, as danças... o Walkabout: resumindo!
As saudades mesmo antes de acabar! O coração apertado ao ver o comboio partir e o campo vazio de gente, a viagem de conversas entre amigos, alguns reencontros, o regresso a casa e o fechar de semana numa praia, de pés descalços e amigos... o agradecimento eterno e profundo do espírito Walkabout que permanece semeado e a dar fruto.
Obrigada e... até já em vez de até sempre!
Mamã
sábado, julho 31, 2010
E o sorriso serve para se usar =)
Podemos procurar diferenças e não só semelhanças para nos juntarmos?
quarta-feira, julho 21, 2010
Vida de Personagem

A actuação foi perfeita, duradoura e muito credível. O pano abre e todos regressam, sorridentes, à procura dos aplausos que tornam ensurdecedor todo o qualquer ruído. Só se vêem os sorrisos. Os corações do palco palpitam sem conseguirem reduzir o seu ritmo num só segundo… é a emoção!
terça-feira, julho 20, 2010
Ele passou por mim e sorriu - Os Deolinda
Ele passou por mim e sorriu
e a chuva parou de cair
o meu bairro feio tornou-se perfeito
e o monte de entulho, um jardim
O charco inquinado voltou a ser lago
e o peixe ao contrário virou
Do esgoto empestado saiu perfumado
um rio de nenúfares em flor
Sou a mariposa bela e airosa
que pinta o mundo de cor de rosa
eu sou um delírio do amor
Sei que a chuva é grossa, que entope a fossa
que o amor é curto e deixa mossa
mas quero voar, por favor
No metro, enlatados, corpos apertados
suspiram ao ver-me entrar
Sem pressas que há tempo
dá gosto o momento
e tudo mais pode esperar
O puto do cão com seu acordeão
põe toda a gente a dançar
e baila o ladrão
com o polícia p'la mão
esvoaçam confetis no ar
Sou a mariposa bela e airosa
que pinta o mundo de cor de rosa
eu sou um delírio do amor
Sei que a chuva é grossa, que entope a fossa
que o amor é curto e deixa mossa
mas quero voar, por favor
Há portas abertas e ruas cobertas
de enfeites de festas sem fim
e por todo o lado, ouvido e dançado
o fado é cantado a rir
E aqueles que vejo, que abraço e que beijo
falam já meio a sonhar
se o mundo deu nisto e bastou um sorriso
o que será se ele me falar
Sou a mariposa bela e airosa
que pinta o mundo de cor de rosa
eu sou um delírio do amor
Sei que a chuva é grossa, que entope a fossa
que o amor é curto e deixa mossa
mas quero voar, por favor
segunda-feira, julho 19, 2010
Dizem que...
Margarida Rebelo Pinto
quarta-feira, julho 07, 2010
Clap, clap, clap...
"Madame Godard"
Por todas as vezes que nos devemos comportar como "madames" sem nunca perder o olhar de mademosseile, a meninice do deslumbre...
Por todas as vezes que não ficamos à espera da sorte...
Godard disse que "A história deve ter um começo, um meio e um fim, mas não necessariamente nessa ordem"...
Sabe bem ter afrontamentos de ínvisivel de vez em vez!
domingo, julho 04, 2010
Ser ou não ser "Femêa Omega"?
.... a cada momento.
terça-feira, junho 22, 2010
Meu anjo, parabéns!!!
"Acredita em Anjo? Pois é, sou o seu.
Soube que anda triste, que sente falta de alguém"
Anjos... sem asas, que não moram no céu, não são intocáveis ou invisíveis... anjos! Anjos de carne e osso, pessoas como nós apenas com um olhar diferente, um jeito doce e um lugar especial.
Um sorriso cheio de magia, um olhar cheio de luz, um abraço quente e aconchegante, um colo seguro e tranquilo.
Alguém em quem se pode confiar e que, a distância do olhar não afasta a proximidade de um coração e de uma relação sincera e forte... uma amizade com um laço forte e pressistente.
Anjo de jeito simples, sorriso rasgado, olhar cintilante, jeito de menina e uma cor forte no corpo. Uma pele chocolate e uma voz doce! Gargalhada contagiante e uma personalidade forte!
Gosto de ti, meu anjo, porque...
és tu!! Pura e dura! Simplesmente tu, com a tua beleza contagiante, o teu jeito doce e firme;
és um colo profundo e suave!
és menina frágil e com medos, como todos os anjos que por aí podem andar;
és tão capaz de dar colo como de o pedir e sentir;
és simplesmente sincera e amiga!
sim!!
Só porque sim! Há coisas que não se podem explicar ou entender por palavras soltas e escritas, só se podem sentir com o passar dos anos, o guardar dos momentos, o viver dos dias, o cultivar dos dias... guardar-te!
"Vou guardar cada lugar teu. Ancorado em cada lugar meu
E hoje apenas isso me faz acreditar que vou chegar contigo, onde só chega quem não tem medo de naufragar"
:)
PARABÉNS!!! Por hoje, pelo passado e pelo presente... o futuro, estarei aqui para ver e dar-te os parabéns sempre:) Parabéns por ti!!!
Orgulho-me de te ter e conhecer, meu bem!!!
*
quarta-feira, junho 16, 2010
Hoje apeteceu-me
sem razão aparente ou por todas as razões e mais algumas. Não consegui encontrar um meio termo que pudesse equilibrar a vontade da decisão. Encontrei em ti um desespero de um dia inacabado e tão friamente vivido no silêncio de pensamentos barulhentos e por entre os gritos de uma voz sem som!!
Quis deixar-te...
meter-me no carro, após ter feito uma mala para uma viagem curta, e seguir pela estrada, sem destino aparente mas com o desejo de chegar a algum lugar que pudesse ser o procurado. Ir à busca de algo mais que nem eu sei bem o que é!
Noutros dias, não te quis deixar...
porque me conquistaste com a beleza da tua luz, com a magia de cada esquina que guardas escondida, com toda a liberdade que me dás.
Ontem, não me quis despedir de ti tão cedo...
porque me guardas segredos, me trouxeste vitórias fantásticas, me agarraste pela mão e me trouxeste até "hoje". Não sabia se te queria deixar!
Hoje... desejei deixar-te já! Sem sequer perguntar o porquê nem para onde! Sem sequer ponderar a existência das saudades que possam chegar... tudo porque hoje... não me sei!
Hoje não me sei, em ti, contigo... sei-me sem ti!! Sei-me perdida como os espaços que de ti não conheço; sei-me revoltada com a minha revolta; triste com a minha tristeza; pequena como a minha crença em tudo o que fiz até este preciso minuto!
Hoje... anseio que o dia chegue ao fim, sem saber bem o que esperar do desfecho, sem saber bem o que beber dele, sem saber bem o que tirar de mim...
Agora, apetece-me esperar! Que um sono leve caia sobre a face, como um manto de tranquilidade e inunde a alma de uma paz permanente... que me acordes tu, com a magia que ontem te fiz ter; que me acordes tu com novas caras e sorrisos; que me acordes tu para a vida que me prometeste quando até ti cheguei e me levaste a conquistar....
Que me leves tu até onde tenho que ir, com saudade ou não mas... com a certeza que tu foste parte importante daquilo que hoje sou e pude ser!!!
Mas hoje... apeteceu-me deixar-te!!!
terça-feira, junho 08, 2010
Tu dás a receita eu quebro o jejum... (?)
Não leias. Olha as figuras brancas desenhadas pelos intervalos separando as palavras de várias linhas dos livros e inspira-te nelas.
Dá aos outros a tua mão a guardar.
Não te deites sobre as muralhas.
Retoma a armadura que abandonaste na idade da razão.
Põe a ordem no seu lugar, desarruma as pedras da estrada.
Se sangras e és homem, apaga a última palavra na ardósia.
Forma os teus olhos fechando-os.
Dá aos sonhos que esqueceste o valor daquilo que não conheces.
Conheci três lampistas, cinco guarda-barreiras mulheres, um guarda-barreira homem: e tu?
Não prepares as palavras que gritas.
Habita as casas abandonadas. Não foram habitadas senão por ti.
Faz um leito de afagos aos teus afagos.
Se eles batem à porta, escreve as tuas últimas vontades com a chave.
Rouba o sentido ao som, existem tambores encobertos mesmo nos vestidos claros.
Canta a grande piedade dos monstros. Evoca todas as mulheres de pé sobre o cavalo de Tróia.
Não bebas água.
Fala consoante a loucura que te seduziu.
Ata as pernas infiéis.
Deixa a madrugada aumentar a ferrugem dos teus sonhos.
Aprende a esperar, de pés para a frente. É assim que brevemente sairás, bem coberto.
Acende as perspectivas da fadiga.
Faz-lhes a surpresa de não confundir o futuro do verbo ter com o passado do verbo ser.
A quem peça para ver o interior da tua mão, mostra os planetas não descobertos do céu.
Para descobrir a nudez daquela que amas, olha as suas mãos. O seu rosto baixou.
Dá-me o prazer de entrar e sair nas pontas dos pés.
Ponto e vírgula: vês, mesmo na pontuação, como eles são surpreendentes.
Deita-te, levanta-te e agora deita-te.
Regula a tua marcha pela das tempestades.
Nunca mates uma ave da noite.
Olha a flor da campainha: ela não permite ouvir.
Falha a finalidade aparente, quando tiveres que atravessar o teu coração com a flecha.
Opera milagres para os negares.
Tem cuidado com os carroceiros do bom gosto.
Desenha na poeira os jogos desinteressados do teu tédio.
Não escolhas o tempo de recomeçar.
Escreve o imperecível na areia.
Não guardes em ti aquilo que não fira o bom senso.
Imagina que esta mulher está contida em três palavras e que esta colina é um abismo.
Lacra as verdadeiras cartas de amor que escreves com uma hóstia profanada.
Queres ter ao mesmo tempo o mais pequeno e o mais inquietante livro do mundo? Pede para relerem os selos das tuas cartas de amor e chora; não obstante tudo, tens razão para isso.
Nunca esperes por ti.
Não anules os raios vermelhos do Sol.
Segues pela terceira rua à direita, depois pela primeira à esquerda, chegas a uma praça, voltas junto do café que conheces, segues a primeira rua à esquerda, depois a terceira rua à direita, lanças a tua estátua por terra e ficas.
Sem saber o que irás fazer com ele, apanha o leque que esta mulher deixou cair.
Bate à porta, grita: Entre, e não entres.
Nada tens para fazer antes de morrer.
André Breton e Paul Éluard
terça-feira, junho 01, 2010
Era uma vez...

segunda-feira, maio 31, 2010
Ser mãe, como é?
sábado, maio 29, 2010
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